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SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DE SÃO PAULO


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26/07/2015

Entidades celebram 24º aniversário da Lei de Cotas


 

O SINTESP, através da Diretoria da Diversidade, apoiou o evento e esteve presente na comemoração

 

Uma cerimônia realizada, dia 24 de julho, na Praça das Artes, situada na Av. São João, 281, no centro de São Paulo, SP, celebrou o 24º aniversário da Lei de Cotas. O evento contou com representantes de instituições governamentais, não governamentais e sindicais que falaram sobre a importância e conquistas na Lei de Cotas. Ao longo do dia, a programação do evento contou diversas apresentações artísticas.

 

A comemoração do aniversário da Lei de Cotas visa a derrubar as barreiras que ainda obstruem os canais que levam as pessoas com deficiência ao mercado de trabalho. A mesa de abertura contou com falas de autoridades sobre a importância e conquistas na Lei de Cotas e na garantia dos direitos das Pessoas com Deficiência. Entre os presentes estavam Carlos Aparício Clemente, vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, coordenador do Espaço Cidadania; e José Carlos do Carmo, o Kal, da Superintendência Regional do Trabalho e coordenador do Projeto de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

 

Em 2015, também se comemora outro marco de importância no campo da garantia de direitos para as pessoas com deficiência: a aprovação pelo Congresso Nacional da Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência – LBI, sancionada pela Presidência da República no dia 6 de julho deste ano e que passará a valer a partir de 2 de janeiro de 2016.

 

No ato estavam presentes Marcos Antonio Ribeiro, o Marquinhos, presidente do SINTESP; e Mirdes Oliveira, diretora da pasta da Diversidade, da entidade. O sindicato apoiou o evento e fortaleceu a importância da atuação do Técnico de Segurança do Trabalho neste universo.

 

“Há que se considerar diversos aspectos para a contratação de uma pessoa com deficiência dentro de uma empresa. O Técnico de Segurança do Trabalho tem que ter conhecimento e, principalmente, um olhar muito abrangente sobre este tipo de contratação, pois é preciso que seja feita uma análise, um estudo específico para a inclusão do trabalhador com algum tipo de deficiência no ambiente de trabalho”, informou.

 

Marquinhos comentou que o SINTESP é a favor da inclusão, mas com consciência. “É uma questão complexa e ainda temos que vencer diversas barreiras neste campo, mas os profissionais TSTs precisam ter um conhecimento mais apurado neste assunto para atuar dentro de cada especificidade que o trabalhador com deficiência apresenta, para que ele seja inserido da melhor forma possível, tendo suas necessidades especiais atendidas de forma responsável”, disse.

 

Segundo ele, tudo tem que ser analisado com detalhadamente, cada ambiente, o tipo de trabalho que a pessoa vai executar, para que esse trabalhador não seja colocado em qualquer lugar, não seja exposto de forma inadequada e venha a ser prejudicado. “Por isso, o Técnico de Segurança do Trabalho é um dos profissionais mais importantes para inserir um trabalhador com deficiência no local de trabalho”, atentou.

 

Para Marquinhos, o evento em comemoração ao 24º aniversário da Lei de Cotas foi muito bem-vindo e importante que o tema continue sendo debatido. “Não é fácil você fazer a inclusão. Não vejo todos os profissionais técnicos preparados para esse tipo de atividade, por isso, ele tem que se apropriar dessas informações, juntamente com o RH da empresa, porque, com certeza, ele vai ser o elo entre esse trabalhador e a empresa. Se ele não tiver uma sensibilidade para conduzir de forma diferenciada o trabalhador com deficiência, sem dúvida, isso pode ser um grande risco para esse trabalhador. Portanto, eventos como esse são muito importantes para mostrar a realidade e quais as formas adequadas para a inclusão nos ambientes de trabalho. Tem que ter discussão para que seja feito com qualidade, com responsabilidade”, afirma. Ele informou que o SINTESP tem uma diretoria específica, voltada para a Diversidade e para a Mulher, que atua proativamente junto as mais diferentes grupos de trabalhos que existem nos cenários sindical e social para que a entidade dos TSTs possa entender melhor as diversas categorias de trabalhadores que existem e consiga atendê-los da melhor forma possível. “Nós, profissionais de SST, temos a obrigação legal e moral de participarmos e promovermos nos locais de trabalho, as condições para a acessibilidade de trabalhadores e pessoas com deficiência”, concluiu.

 

Assessoria de Comunicação SINTESP

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